Ação promovida pela 3ª Cia do 3º BPM teve como foco a conscientização, a identificação precoce de abusos e o fortalecimento de redes de proteção
SÃO JOSÉ DO CALÇADO (ES) – Em uma iniciativa voltada para o fortalecimento da rede de apoio e proteção à mulher, a Patrulha Maria da Penha da 3ª Companhia do 3º Batalhão da Polícia Militar do Estado do Espirito Santo realizou, nesta semana, uma roda de conversa com o tema “Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher”.
O encontro foi direcionado às merendeiras da empresa Horto Central Marataízes Ltda. (HCM), profissionais que desempenham um papel fundamental no dia a dia da rede municipal de educação de São José do Calçado. O evento ocorreu atendendo ao convite feito pela nutricionista Mayra Aguiar do Prado.
O diálogo ocorreu no Centro Municipal de Alfabetização "Marieta Castro", proporcionando um ambiente acolhedor e propício para o debate.
Conscientização e Prevenção
A palestra e mediação do debate foram conduzidas pela Subtenente Érika e pelo 2° Sargento Tatagiba. O objetivo principal da ação foi promover a conscientização coletiva, expandir o conhecimento das participantes sobre as ferramentas e mecanismos legais de proteção vigentes e, sobretudo, incentivar a identificação precoce de sinais de abuso e violência de gênero.
De acordo com os organizadores, munir essas profissionais com informação de qualidade é um passo crucial para o enfrentamento, a prevenção e o rompimento do ciclo de violência que afeta tantas famílias.
Participação Ativa
O evento destacou-se pela forte interatividade. As profissionais presentes participaram de forma ativa ao longo de toda a dinâmica, aproveitando o espaço seguro para:
- Esclarecer dúvidas jurídicas e práticas sobre a Lei Maria da Penha;
- Compartilhar vivências e experiências cotidianas;
- Refletir de maneira conjunta sobre o papel do respeito, da igualdade de gênero e da garantia dos direitos fundamentais na construção de uma comunidade mais segura e justa para todos.
Iniciativas como esta reforçam o compromisso da Polícia Militar e da sociedade civil organizada em agir preventivamente, transformando a informação na principal ferramenta de defesa e acolhimento às mulheres.
Blog Redação News BJI


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