Foto:Estefan Radocicz/Agência O Dia
A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro quer
chegar até o fim de março com 3 milhões de pessoas entre seis meses e 59 anos
de idade imunizadas contra o sarampo. Segundo o médico da secretaria Alexandre
Chieppe, esse número corresponde à estimativa de pessoas que não têm imunização
completa contra a doença, que exige duas doses.
“Muita gente só tomou uma dose da vacina. Na dúvida
[se tomou ou não as duas doses], o ideal é que procure um posto de vacinação. O
profissional de saúde vai poder fazer a avaliação e, na maioria dos casos, vai
aplicar a vacina, porque a recomendação é que, se a gente não tem certeza ou se
perdeu a caderneta de vacinação, que aplique a vacina novamente”, disse Chieppe.
Neste sábado (1º), postos de saúde e pontos de
vacinação nos 92 municípios fluminenses aplicaram as vacinas no chamado Dia D
contra o Sarampo, para evitar a ocorrência de um surto como o do ano passado.
As autoridades sanitárias do estado temem que a doença possa atingir até 10 mil
pessoas neste ano no Rio de Janeiro.
A campanha estadual, que começou em janeiro, deve se
estender até 23 de março. O município que, assim como o resto do estado,
iniciou em janeiro sua campanha de vacinação, também aderiu ao Dia D, com a
abertura de 233 postos de saúde e mais 100 pontos de imunização, que ficaram
abertos até as 17h.
O público-alvo da campanha são pessoas entre seis
meses e 59 anos de idade. Segundo o médico Alexandre Chieppe, as crianças que
já tomaram as duas doses de vacina contra o sarampo, normalmente aplicada aos
12 e aos 15 meses, não precisam mais se vacinar.
A campanha atual é para as crianças que não tomaram as duas doses e para aquelas que têm entre seis meses e um ano de idade e que, portanto, ainda não tomaram a primeira dose. Para essas crianças, é dada uma chamada “dose zero”, que depois será complementada pelas duas doses normais da vacina.
A campanha atual é para as crianças que não tomaram as duas doses e para aquelas que têm entre seis meses e um ano de idade e que, portanto, ainda não tomaram a primeira dose. Para essas crianças, é dada uma chamada “dose zero”, que depois será complementada pelas duas doses normais da vacina.
“Na dúvida, leve a criança num posto de vacinação, com
a caderneta. Às vezes, não precisa do sarampo, mas pode precisar de alguma
outra vacina que eventualmente possa estar faltando”, explicou.
Já para as pessoas com mais de 59 anos de idade, Chieppe disse que a vacina não é recomendada, mas pode ser aplicada. Casos específicos podem ser analisados por um profissional de saúde.
Já para as pessoas com mais de 59 anos de idade, Chieppe disse que a vacina não é recomendada, mas pode ser aplicada. Casos específicos podem ser analisados por um profissional de saúde.
O Dia
Nenhum comentário:
Postar um comentário